Homem é acusado de enganar idosa com oração e praticar estelionato em Jaru

O suspeito ofereceu oração para a idosa e ao passar um certo óleo na sua testa a idosa adormeceu, em seguida o suspeito invadiu o quarto e levou R$ 350,00 e fugiu…

Homem é acusado de enganar idosa com oração e praticar estelionato em Jaru

Mercedes de Souza de 76 anos de idade, moradora do setor 03, em Jaru, foi vítima de um crime denominado estelionato/fraude, um homem chegou a sua casa, ofereceu-lhe oração e em seguida invadiu seu quarto e levou certa quantia em dinheiro da bolsa da idosa.

De acordo com as informações, dona Mercedes informou que por volta das 14H:25M desta quarta-feira (07), foi surpreendida pela entrada em sua casa de um homem alto, moreno, forte, que trajava calça de cor escura e camisa de cor cinza e ao perguntar a esse homem o que ele queria com ela, ele de imediato disse que queria falar de Deus e pediu para que ela se deitasse em sua cadeira de balanço, em seguiu pediu para ela relaxar, pois ele iria orar por ela, ao se deitar na cadeira, ele iniciou a oração e passou uma espécie de óleo em sua testa e com isso ela adormeceu.

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Após a idosa se adormecer, o suspeito aproveitou deste momento e adentrou em seu quarto e furtou de sua carteira uma quantia de R$ 350,00 reais e ao perceber que dona Mercedes estava despertando saiu correndo tomando rumo ignorado.

A Polícia Militar foi acionada e de ao informar a central sobre tal fato, os companheiros também policiais enviaram através de uma aplicativo de rede social, uma foto de um suspeito qualificado em que poderia ser o possível suspeito, pois ele já havia praticado outros delitos de tal natureza.

De posse da foto do suspeito, os policiais mostraram a imagem para a idosa, de imediato ela reconheceu o suspeito, inclusive afirmou que o homem trajava exatamente a mesma roupa em que ele estava na imagem.

Conforme a fotografia, o suspeito foi identificado como, Adalto da Rocha Souza, de 33 anos. Uma guarnição da PM fez patrulhamento pelas redondezas mas não logrou êxito em localizar nenhuma pessoa com as características do crime e nem tão pouco o suspeito identificado pela idosa.

A ocorrência foi registrada na UNISP local para os procedimentos de investigações.

Fonte: Planeta Folha 

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